"Entenda mais sobre este oráculo"

O que é o jogo de Búzios?

O jogo de Búzios é um oráculo sagrado de origem africana que tem como principal finalidade a orientação e o direcionamento do melhor caminho na nossa vida. Ele é extremamente eficaz na identificação e solução de todos os tipos de problemas, sejam eles de ordem física ou espiritual.

Como esse jogo pode nos ajudar?

Muitas vezes ficamos desorientados, sem saber ao certo que caminho tomar, ou não sabemos como agir diante de algumas situações complicadas da nossa vida.

Nesses momentos o jogo de Búzios pode ser uma poderosa ferramenta de auxilio. Ele pode clarear e elucidar o momento que estamos passando, nos ajudando a perceber qual o melhor caminho que devemos tomar e as mudanças que precisamos fazer.

Além disso, podemos dizer que o jogo é um eficiente instrumento de autoconhecimento, pois ele nos ajuda a perceber alguns aspectos da nossa vida que merecem mais atenção ou modificações.

Ele identifica atitudes e posturas que precisamos mudar para garantir uma vida mais harmoniosa e equilibrada. Ou até mesmo pode trazer algumas questões internas que estão mal resolvidas ou algum tipo de pendência que nós temos, que podem até estar esquecidas, mas que atrapalham o nosso caminho e precisam ser observadas e resolvidas.

Porém, é importante destacar que esse jogo trará a tona várias questões sobre você e sua vida que muitas vezes precisam ser elaboradas e trabalhadas, exigindo disponibilidade e aceitação.

Dessa forma é importante destacar que o jogo orienta, mostra o que está acontecendo, mas cada um precisa fazer a sua parte, entendendo que ás vezes é necessário mudar crenças, atitudes, ou mexer em questões doloridas e não muito agradáveis.

É importante entender que você é responsável pela sua caminhada evolutiva e o único capaz de mudar algo e melhorar alguma coisa na sua vida. O jogo apenas orienta e mostra o que está acontecendo o restante é com você.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

O Significado da Espiral

"A vida é como uma espiral e não como uma linha reta. Passado e futuro se encontram em um infinito presente".

A espiral é a essência do mistério da vida. Assim como se centra, ela também para, se encontra, se retorce e, então, desce e sobe novamente em graciosas curvas. O tempo se retorce em torno de si mesmo, trazendo os ecos e vibrações enquanto que os caminhos vivos da espiral passam próximos um do outro. A vida corre por estradas sinuosas, os seres se encontram em determinados pontos de suas caminhadas, se entrelaçam, se afastam, partem, retornam às origens. O ponto de partida também é o ponto de chegada trazendo-nos a questão do retornar sempre, reencontrar-se e se renovar.

As espirais também circulam dentro de nós, a energia circula em espiral, é onde a matéria e o espírito mais perfeitamente se encontram, e o tempo, por ele mesmo, não existe. Os nativos lembram as diversidades da vida e dos caminhos, e não compreendem o mundo de forma linear, o seguir em frente em uma única direção como se a vida fosse uma linha reta traçada entre um ponto de início e um de término. O destino é sempre ir além. O grande desafio de todo ser, por natureza um guerreiro trilhando as estradas das espirais da vida, é essa busca, é o retorno, é a partida, é caminhar em círculos/ciclos assim como caminha a natureza, pois somos parte dela. É fazer girar a roda do tempo, não nos prendendo em nenhum ponto em específico porque, assim, podemos vislumbrar os mais diversos pontos que compõem a espiral.

Sobre as formas espiraladas e circulares, Alce Negro, dos Oglala Sioux coloca o seguinte: "Tudo que o poder do mundo faz é feito em círculo. O ceú é redondo, e tenho ouvido que a terra é redonda como uma bola, e assim também o são as estrelas. O vento, em sua força máxima, rodopia. Os pássaros fazem seus ninhos em círculos, pois a religião deles é a mesma que a nossa. O sol nasce e desaparece em círculo em sua sucessão, e sempre retornam outra vez ao ponto de partida. A vida do homem é um círculo, que vai da infância até a infância, e assim acontece com tudo que é movido pela força. Nossas tendas eram redondas como os ninhos das aves, e sempre eram dispostas em círculo, o aro da nação, o ninho de muitos ninhos, onde o Grande Espírito quis que nós chocássemos nossos filhos".

Para os antigos celtas essa é toda a essência do mistério da vida. O circular, o espiralado. O tempo, uma das triplas linhas tão importantes para o imaginário celta, se retorce em torno de si mesmo. Os astecas achavam que certas flores que tinham em seu centro espirais, eram a alegria do mundo, mostrando o ciclo do sol, quando nasce e se põe, as estações, solstícios, ciclos assim como a vida dos homens. Os orientais falam da kundalini, do fluxo de uma energia em espiral, dos redemoinhos energéticos que perambulam nossos corpos.

Como vórtex de energia, as espirais encontradas em vestígios antigos expressavam um entendimento do cosmos, da energia vibrante, da vida, ou o seu contrário. Tradicionalmente, os ancestrais compreenderam que espirais no sentido horário representavam o nascer, o sol, a vida, o mundo de cima, a transformação pelas experiências exteriores. Para o sentido anti-horário, representavam a lua, a morte, o outro mundo, o mundo de baixo, o mundo dos sonhos e alucinações, intuição, as experiências transformadoras vindas do nosso interior. Para os hindus, o que no nosso mundo terrestre era no sentido anti-horário, para a esquerda, no mundo de baixo, no outro mundo, correspondia ao sentido horário. Hoje sabe-se que esses simbolismos expressam as funções cerebrais, o lado esquerdo do cérebro regula o lado direito de nosso corpo, o lado direito regula o lado esquerdo do corpo. Nem bom, nem mal, apenas diversidades que compõe o universo, uma perfeita simbiose, uma perfeita composição de energias.

Se vermos vários locais sagrados dos antepassados, desde o paleolítico, em qualquer parte do mundo, notaremos sempre a compreensão circular e espiralada. A espiral é a energia vital, é a energia em movimento, é a própria jornada.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Espaço para o novo...


Acho que todos nós estamos nos deparando com as feridas mais profundas... aquelas que nos impedem de sequer entrar em contato com elas por medo de sofrer de novo. Estamos passando por um tempo de purificação, de olhar nos recantos mais escondidos aquilo que está no mundo das sombras, por nos trazerem memórias de dor. Parece que nesse tempo nada mais quer ficar escondido e tudo vai se revelando de uma forma ou de outra. É tempo de olhar lá no fundo, onde guardamos coisas das quais nem nos lembramos mais, mas que escondidas ficam ainda maiores do que realmente são...
O tão temido mundo das sombras pode não ser tão ruim assim... e quando entramos em contato e permitimos que as dores antigas cheguem à superfície, se não voltamos com elas para o lugar onde estavam escondidas, podemos nos surpreender como temos todos os recursos para curá-las e deixá-las ir de vez. As dores que estão aí guardadas são memórias de dores já passadas... e, quanto mais tentamos evitar esse contato, maiores elas nos parecem... se as temos na memória é porque já vivemos e, portanto, pertencem ao passado... mas guardadas aí elas criam nosso presente dia após dia.... porque, na sombra, elas têm o potencial de se manifestar de novo e de novo... e a cada repetição mais limitam nossa realidade. Se as liberamos elas param de se manifestar na nossa realidade.
Claro que quando elas vêm à tona, acessamos um pouco do estado de consciência em que elas foram criadas... e nosso primeiro impulso pode ser de guardar de novo o que nos causa dor... assim, como quando tiramos de uma gaveta uma foto que nos lembra situações de sofrimento, logo queremos guardá-la em um local onde não vamos encontrá-la nunca mais, escondemos o mais que podemos as coisas que nos remetem à dor...
Mas nesse tempo, penso que elas não têm mais como ficarem escondidas e pedem por resolução... por liberação de tudo que nos impede de Ser livres e plenos.Entendo que tudo que foi criado no grande ciclo que estamos finalizando, deve ser liberado para que o novo chegue. E a melhor forma de lidar com o que está no mundo das sombras... é olhar para o que vier, sabendo que são coisas já vividas, sem julgamento... Não classificar como bom ou ruim nos mantêm em um estado de observação distanciada que faz com que tudo encontre naturalmente o seu lugar. Eu acredito que o Universo tem uma energia de resolução que poderia funcionar em todas as situações, se nossas crenças não atrapalhassem.
Estamos alimentando e criando as mesmas situações, quando temos apego ou aversão a elas... apego e aversão têm o poder de manter o nosso foco em coisas que "queremos" ou "não queremos", de uma forma ou de outra estamos criando a mesma realidade momento a momento.... e como apego e aversão são do ego, em ambos os casos estamos criando coisas que podem não ser o que vai nos trazer felicidade.
Se você quer, a todo custo, ter ou evitar algo, está impedindo o presente de se manifestar com toda sua força, porque apego e aversão vêm de memórias de experiências passadas. Olhar para o que se manifesta na nossa realidade, no presente, com distanciamento, sem julgar, sem tentar prender ou excluir, é um caminho que pode liberar o que guardamos no mundo das sombras, com mais suavidade... e a partir daí podemos nos abrir para receber o novo... que só está esperando que deixemos espaço para ele...

:: Rubia A. Dantés ::

domingo, 1 de abril de 2012

A oração é muralha, é escudo, é proteção, é abrigo, é segurança....

Toda vez que se ora num lar, prepara-se a melhoria do ambiente doméstico. Cada prece do coração constitui em emissão eletromagnética de relativo poder, é um grande poder de iluminação interior, mas tbm um processo avançado de defesa exterior, pelas claridades espirituais que se acendem em torno de si.

A oração é uma “alavanca que move o mundo”.
De fato, quantas pessoas são vitoriosas frente a doenças, mágoas, decepções, injúrias. A oração as salvou. Quem reza se salva.

A oração é uma ponte. A pessoa orante é fabricadora de pontes, é pontífice. Abatem-se os muros e constroem-se pontes com a sabedoria da prece. Essa ponte vai da terra ao céu e do coração do orante aos irmãos espirituais numa grande conexão. A escalada da oração é exigente, requer perseverança. É um combate.

A oração é muralha, é escudo, é proteção, é abrigo, é segurança. Quem reza está imunizado contra muitos males. A oração nos protege das tentações. Sem ela caímos na murmuração e abraçamos a tentação.

A oração é escola . O Mestre interior é a luz que se renova. Na escola da oração aprendemos a prática do bem, a beleza do perdão, a alegria da convivência, a esperança nas decepções. A oração nos faz discípulos, iluminados, sábios, humanos e verdadeiros. Que ora irradia luz. Irradia o fulgor de Deus.

A oração enche o orante de audácia e coragem, de força e tenacidade, de luz e compaixão. Cristo não somente rezava, mas, ensinava a rezar, principalmente a perseverança na oração. De fato, a oração é inspiração de cada momento, recolhimento do coração, recordação das maravilhas de Deus, é força para a luta cotidiana. Eis a arte da oração.

A oração é uma rendição diante de nossa insuficiência e da paternidade de Deus. A oração é a fala entre filhos(as) e Pai. Portanto, oração é questão de amizade, é encontro de duas consciências, duas intimidades, duas existências. Na oração acontece uma troca de olhares, de confidências, de interioridades. Rezar é um ato de amor, um ato afetivo que inflama o orante de amor ao criador e ao próximo.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Qual o sentido da vida?
O que vim fazer neste Planeta? Estas são perguntas recorrentes na vida de todos nós. Em diferentes momentos de vida, nos perguntamos se estamos no lugar certo, fazendo a coisa certa, ao lado da pessoa certa. Temos a sensação de estarmos com o roteiro errado, de que deveríamos estar bem longe, fazendo algo diferente do que estamos fazendo, sentindo algo diferente do que estamos sentindo. De que deveríamos ter uma vida mais nobre, mais significativa.. E sofremos...
No Tantra, a vida simplesmente é como é. Todos os fatos e pessoas fazem parte da história, que está em permanente evolução e sempre certa. Quando conseguimos finalmente ter esta consciência  de que estamos onde deveríamos estar, tendo as experiências que temos de ter, no ritmo que deve ser,  relaxamos e então somos invadidos por uma sensação de paz e acolhimento. Deixamos de brigar com a vida e a aceitamos a existência como ela é, passando a conviver em harmonia, com mais prazer.
É o momento da aceitação total! Voltamos à rota original, depois de nos perdermos em busca de dinheiro, status, prestigio ou mesmo de um relacionamento homem-mulher. Objetivos materiais que nos afastaram de nossa essência, dos nossos desejos naturais. Esta dicotomia começa cedo, quando  os condicionamentos sociais nos fazem crer que não somos valorosos do que jeito que somos naturalmente. E para atingir um novo padrão, nos esforçamos para mudar, alcançar condutas mais elevadas, deixar nossa marca no mundo. E assim nos desviamos de nossa naturalidade.
Muitas pessoas vivem com medo de não estar cumprindo seu dever neste mundo. De ter deixado de fazer coisas importantes, lutar por causas sociais, ajudar a curar outras pessoas, transferir seu conhecimento para outros, de estar de alguma forma passando a vida em branco...
Somos condicionados a acreditar que o nosso propósito de vida é servir a outras pessoas.
No entanto,  há uma diferença em servir aos outros, porque sentimos que "temos que", e simplesmente servir aos outros, porque “ queremos” e temos um sentimento de compaixão em nossos corações.
Além disso, parte de nós teme – inconscientemente – que Deus franza a testa ou aumente nosso carma se não dermos nosso lugar para um idoso, não ajudarmos um mendigo ou amarmos nossos parentes mais próximos. Outra  parte de nós, quer fazer um escambo. Praticar boas ações para garantir recompensas nesta vida ou na próxima. Ou seja, o desejo de ajudar, de fazer o bem muitas vezes está bem distante de uma decisão benevolente e desinteressada.

E mais: a maior parte das pessoas acredita que pode ajudar ao outro sem se ajudar primeiro, amar ao outro, sem se amar primeiro... Totalmente errado! Para cuidar das necessidades do outro é necessário primeiro preencher as suas próprias, de carinho, conhecimento, saúde, espiritualidade, paz. Se você não amar a si mesmo e não estiver em harmonia com a sua natureza, como pode oferecer algo de valor a qualquer pessoa? O que você terá para dar?

Somente  quando você vai fundo dentro de si mesmo e se sintoniza com seu eu autêntico, você brilha e começa a ressoar uma energia que pode, consciente ou inconscientemente , curar outras pessoas. Apenas sua mera presença transmite luz à suas vidas. Afasta-os de sua vida ordinária e pelo exemplo, permite  a reflexão. Se você já encontrou este caminho, de  expressar seu eu autêntico,  possui palavras de sabedoria e conhece técnicas para ajudar a expandir a consciência dos que te cercam, fique tranqüilo, você já  está servindo a humanidade... De uma forma simples assim, vivendo, convivendo, amando...

Então, comece a prestar a atenção aos questionamentos, às dúvidas, às grandes estratégias ou atitudes de benevolência. A única pergunta que vale realmente a pena ser feita é: você quer curar o mundo? Sim? Então comece por você mesmo. Esta é a grande verdade que o Tantra prega.

sexta-feira, 16 de março de 2012

Equanimidade
É o que eu desejo à você!
Serenidade de espírito. É um estado natural e relaxado, a capacidade de experimentar de maneira estável as diferentes situações do mundo físico, das sensações, da mente e dos fenômenos.
É caracterizada pela profunda tranquilidade,
 completamente livre de oscilações.
Nada paga o preço de estarmos felizes por nós mesmos. Alcançando esse estágio, até mesmo os relacionamentos ficam mais fáceis de se lidar, de pensar usando a razão ao invés do coração.
Isso traz uma paz incomensurável.

Abraços!
Ale

domingo, 11 de março de 2012


Somos Instrumentos Divinos

Amar a Deus sobre todas as coisas, foi a primeira lição que aprendi
nessa vida.
E quanto mais eu amo a Deus, mais meu espírito se alegra.
Ser médium é ser o veículo de manifestação das forças Divinas.
Ser médium é ser a manifestação de Deus em mim.
Ser médium é irradiar as qualidades de Deus para que elas
possam curar, iluminar e alegrar as almas que buscam a Luz D’Ele.
Ser médium é mediar o Amor de Deus para com meus semelhantes.
Ser médium é comungar com o plano espiritual, o compromisso 
de juntos, realizarmos o Pano Divino de nos tornarmos unos com Deus.
A vida é a nossa escola, onde somos alunos e professores, doentes e
curadores.
Estamos aprendendo, ensinando, curando e sendo curados.
Obrigado Deus, por me fazer vosso instrumento.

                                                                                      Sonia Ishibashi